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The Dandy's Joy of Living

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There are not many things in the world that are as enthusiastic for a Dandy as the beginning of a new cycle. Another year is a renewed breath, a reinforced ambition to live on and to make life experiencing even more exceptional and rewarding than the year before. It is the empty page that exhilarates with that familiar mix of fear and excitement. Everything is possible! What counts for the Dandy is to live.  That is the single factor. He knows life is what he makes of it and then to continue is the only thing that matters. 

The Travelling Dandy travels. That's what he does. But the pleasure he takes from life is not dependent on this. It only enlarges it. It's his aesthetic sense that counts. That's his sixth sense. Through it he finds beauty wherever he goes but he finds it in his travels as he finds it in his city, or in his home, as much as in his dreams. Yes! To dream is the ultimate way of travelling. The most fantastic way of travelling there is. That's what a new year represents for him: a all new opportunity to dream. To explore his dreams. To make them come true. To dream is to fly with his own wings. It is to look at his essence from inside. To see the very nature of his creative spirit. It is the real dimension of the fantastic. A privileged look into the immaterial world.

There is a guiding line in the Dandy's way of living. That is, of course, his taste. But his taste is fed by constant curiosity. It's his heritage from the Humanism. It is the quest that thrills and it is curiosity that leads to quest. The Dandy will always feel tempted to go inside an old dusty and grey bric shop. Not because of a nostalgic way of living. Certainly not! The XXI century Dandy is urban and contemporary. But simply because of his genetical curious nature. It is the unknown that calls for him. The opportunity to find the beauty of something that has been escaping the eyes of the other people. The opportunity to discover. To find the lost. To give light to darkness. And that's the common line of all his adventures. That's the beginning of it. It always comes to reveal what was at everyone's sight but no one was seeing, and not to find an absolute novelty. Those don't exist. Everything is a constant reinvention of something else. It is the basic principle of physics that becomes the basic principle of the Dandy's quest.

Everything exists. Everything is there. You just have to look closer. Happy New Year.


Pt
Não há muitas coisas no mundo que sejam tão entusiásticas para o Dandy como o início de um novo ciclo. Mais um ano é um novo fôlego, uma ambição reforçada de viver e de tornar a vida numa experiência ainda mais excepcional e recompensadora do que no ano anterior. É a página em branco que nos acelera com aquela sensação familiar de mistura de medo e entusiasmo. Tudo é possível! O que conta para o Dandy é viver. Esse é o factor único. Ele sabe que a vida é o que ele faz dela e, por isso mesmo, continuar é a única coisa que importa.

O Dandy viajante viaja. É isso que faz. Mas o prazer que retira da vida não está dependente disso, apenas o amplia. É o seu sentido estético que conta. É esse o seu sexto sentido. Através dele ele encontra beleza onde quer que vá, mas encontra-a nas suas viagens, como na sua cidade, como na sua casa, ou até mesmo nos seus sonhos. Sim! Sonhar é a derradeira forma de viajar. A forma mais fantástica de o fazer. É isso que um ano novo representa para ele: toda uma nova oportunidade para sonhar, para explorar os seus sonhos, para os tornar realidade. Sonhar é voar com as suas próprias asas. É olhar para a sua própria essência a partir de dentro. Ver a natureza do seu espírito criativo. É a dimensão real do fantástico. Um olhar privilegiado para o mundo imaterial.

Há uma linha orientadora no modo de vida do Dandy. Ela é, claro está, o bom gosto. Mas o seu bom gosto é alimentado pela curiosidade constante. É a sua herança do Humanismo. É a busca que o entusiasma e é a curiosidade que o leva à busca. O Dandy sentir-se-á sempre tentado a entrar na velha e poeirenta loja de velharias. Não porque tenha uma maneira nostálgica de viver. Não tem certamente! O Dandy é urbano e contemporâneo. Mas simplesmente pela sua genética curiosidade natural. É o desconhecido que chama por ele. A oportunidade de descobrir o belo de algo que tem escapado aos olhares de todas as outras pessoas. A oportunidade de descobrir, de encontrar o que estava perdido. A oportunidade de trazer a luz ao que estava na escuridão. É essa a linha comum de todas as suas aventuras. É esse o começo de tudo. Tudo se vai resumir, no final, a revelar o que estava ao alcance do olhar de qualquer um, mas ninguém via. E não encontrar uma novidade absoluta. Essas não existem. Tudo é uma reinvenção constante de outra coisa. É o princípio básico da física que se torna no princípio básico da busca do Dandy.

Tudo existe. Tudo está lá. Basta olhar melhor. Feliz Ano Novo.
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